Imagine começar um jogo, explorar um cenário cheio de mistérios, encontrar uma espada e pensar: "Pera aí, isso aqui não é Zelda?"
A franquia The Legend of Zelda inspirou gerações de desenvolvedores. Alguns jogos aproveitaram a fórmula de exploração e masmorras, enquanto outros foram além, trazendo sistemas de combate diferentes, histórias surpreendentes e mundos próprios.
Se você é fã de Breath of the Wild, Ocarina of Time ou dos clássicos 2D, separamos nove aventuras que merecem sua atenção.
E olha... algumas podem virar suas novas favoritas!
1. Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm — O Zelda que esqueceu de colocar Link
Se existe um jogo capaz de causar aquela sensação de déjà-vu, é Oceanhorn 2.
O visual colorido, o jovem herói, as masmorras e os quebra-cabeças lembram bastante as aventuras tridimensionais de Zelda, especialmente Ocarina of Time e The Wind Waker.
Mas ele tem seus próprios diferenciais: companheiros ajudam nas batalhas e na resolução de enigmas, enquanto a história acompanha uma ameaça ao mundo de Gaia.
Por que jogar? É uma das alternativas mais próximas da estrutura clássica de Zelda em 3D, embora tenha uma exploração menos livre que Breath of the Wild.

2. Immortals Fenyx Rising — Breath of the Wild encontrou os deuses gregos
Já imaginou explorar um mundo semelhante ao de Breath of the Wild, mas enfrentando criaturas da mitologia grega?
Em Immortals Fenyx Rising, você controla Fenyx, um semideus que precisa salvar as divindades do Olimpo.
Escalar montanhas, planar, resolver enigmas e descobrir lugares secretos fazem parte da aventura.
E tem um detalhe divertido: Zeus e Prometeu participam da narrativa com comentários bem-humorados.
Por que jogar? Combina exploração, combate com poderes divinos e uma história mais descontraída.

3. Tunic — Um pequeno herói, grandes mistérios
Não se deixe enganar pela raposinha fofinha!
Tunic parece uma homenagem aos primeiros jogos de Zelda, com sua visão isométrica, espada, escudo e um mundo cheio de passagens escondidas.
Mas seu verdadeiro diferencial está nos segredos. Durante a aventura, você encontra páginas de um manual que ajudam a entender mecânicas e descobrir coisas que estavam diante dos seus olhos o tempo inteiro.
Por que jogar? Se você ama descobrir soluções por conta própria, Tunic transforma a curiosidade em uma das principais ferramentas do jogador.

4. Genshin Impact — O mundo aberto que ganhou vida própria
Quando Genshin Impact apareceu, as comparações com Breath of the Wild foram praticamente inevitáveis.
O visual em estilo anime, a exploração de grandes paisagens, a escalada e o planador lembram a aventura da Nintendo.
Porém, Genshin segue outro caminho: personagens colecionáveis, formação de equipes e combates baseados em reações elementais.
Além disso, é gratuito para começar, embora utilize um sistema de obtenção de personagens e itens conhecido como gacha, com compras opcionais.
Por que jogar? É uma boa escolha para quem quer explorar um universo de fantasia com vários personagens e atualizações contínuas.

5. Okami HD — Quando Zelda encontra uma pintura japonesa
Troque o herói de roupa verde por uma loba divina e prepare-se para conhecer algo especial.
Em Okami HD, você controla Amaterasu, uma divindade que assume a forma de um lobo branco para restaurar um mundo tomado pela escuridão.
A aventura mistura exploração, combates e enigmas, mas apresenta uma mecânica extraordinária: o Pincel Celestial.
Com ele, você desenha na tela para interferir no cenário e usar poderes especiais.
Por que jogar? Sua direção artística inspirada na pintura japonesa e suas mecânicas criativas oferecem uma experiência visual bastante diferente de Zelda.

6. Death's Door — Zelda ficou sombrio e ganhou um corvo
Um pequeno corvo encarregado de coletar almas parece uma ideia estranha para um jogo de aventura. Mas funciona muito bem!
Death's Door combina exploração, masmorras, habilidades desbloqueáveis e chefes desafiadores.
A estrutura lembra os Zelda tradicionais, enquanto os confrontos exigem atenção aos movimentos dos inimigos e bons reflexos.
Tudo isso acontece em um universo misterioso que mistura momentos sombrios com humor peculiar.
Por que jogar? Uma ótima alternativa para quem gosta da exploração de Zelda, mas procura combates mais exigentes.

7. Blossom Tales II: The Minotaur Prince — Uma viagem aos tempos de A Link to the Past
Se você sente saudade dos Zelda clássicos em 2D, Blossom Tales II merece entrar na sua lista.
A aventura acompanha Lily em um mundo de fantasia repleto de cavernas, vilarejos, inimigos e masmorras.
O visual retrô e a câmera vista de cima lembram bastante A Link to the Past.
O charme extra está na narrativa: toda a jornada faz parte de uma história contada por um avô, e determinadas escolhas podem influenciar acontecimentos.
Por que jogar? Traz aquela experiência clássica de explorar cada cantinho do mapa em busca de novas descobertas.

8. Darksiders Warmastered Edition — Zelda em versão apocalíptica
Agora imagine a estrutura de exploração de Zelda misturada com combates violentos e uma guerra entre Céu e Inferno.
Esse é o espírito de Darksiders.
Você controla Guerra, um dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse, em uma jornada com masmorras, armas poderosas e habilidades que ampliam suas possibilidades de exploração.
A versão Warmastered Edition atualiza visualmente o primeiro jogo.
Por que jogar? Ideal para quem curte aventuras com progressão de habilidades, mas prefere uma ambientação sombria e combates intensos.

9. CrossCode — Zelda com alma de MMORPG
Esse aqui merece atenção especial dos fãs de RPG!
Em CrossCode, acompanhamos Lea, uma personagem que participa de um MMO fictício ambientado em um futuro distante.
Apesar do cenário de jogo online, CrossCode é uma experiência para um jogador, combinando combate rápido, equipamentos, habilidades, missões e masmorras repletas de enigmas.
A própria desenvolvedora destaca a influência de Zelda em seus quebra-cabeças.
Por que jogar? Mistura o prazer de explorar masmorras com a evolução de personagem e as possibilidades de equipamentos típicas dos RPGs.

Afinal, algum desses jogos consegue superar Zelda?
Depende do que você mais gosta na franquia.
Se a diversão está em explorar um mundo aberto, Immortals Fenyx Rising e Genshin Impact são ótimas alternativas. Para quem prefere as aventuras clássicas, Oceanhorn 2, Tunic e Blossom Tales II chegam muito perto daquela sensação nostálgica.
Já Death's Door pode agradar mais quem procura desafios de combate, enquanto Okami HD conquista pela criatividade artística e CrossCode pela mistura de RPG com enigmas.
Nenhum deles precisa substituir Zelda para valer a pena. Na verdade, o mais interessante é descobrir como uma fórmula tão conhecida pode render aventuras completamente diferentes.
E aí, aventureiro: qual desses nove jogos você acha que tem potencial para superar Zelda na sua lista de favoritos? Conta pra gente!



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